Eu desejo comer suas entranhas,
Num ato de amor tão estranho,
Sua carne em minha garganta arranha,
Enquanto seu rim eu arranco.
Quero conhecer seu mecanismo,
Decorar seu exoesqueleto,
Onde é melhor enfiar a facada,
Para então concluir meu enxerto.
Espalhar seu corpo pelo rio,
E então beber a água que emana.
Em frente a seu corpo eu rio,
No fim, você não é m
ais humana.
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