Do abismo, começo a fixar-te o olhar
Indescritível a vontade humana de escapar
De um amor que a vida toda
Não estive a esperar
Choro, então, choro sem parar
Meu passarinho, há muito morto
Não para de soar
Dentre todas as coisas do mundo,
O que devo esperar?
De todas as canções,
Qual irá cantar?
O amor é faca de dois gumes
E se houver que meu peito sangre
Haverá quem meu sangue estanque?
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