sexta-feira, 8 de dezembro de 2023

Incerteza

    Do abismo, começo a fixar-te o olhar

    Indescritível a vontade humana de escapar

    De um amor que a vida toda

    Não estive a esperar

   

    Choro, então, choro sem parar

    Meu passarinho, há muito morto

    Não para de soar


    Dentre todas as coisas do mundo,

    O que devo esperar?

    De todas as canções,

    Qual irá cantar?


    O amor é faca de dois gumes

    E se houver que meu peito sangre

    Haverá quem meu sangue estanque? 

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Alguns pensamentos sobre a humanidade moderna

Em cada lugar Há sempre um de nós, Mas por que então  Sentimos todos sós? Nas sombras do caos, Ecos de vozes perdidas. Caminhos entrelaçados...