Saudade de ti, presente em memórias,
Seu ser virou cinzas, ao vento espalhadas.
Nesta sala, ecoam histórias,
Quadros, revistas, lembranças, jornadas.
Das quais lembro te ouvir dizer
Da vida, tão confusa, para compreender:
"A morte é a única certeza,
Mas nas memórias iremos viver"
Ensinou-me a ser forte, mas dominou-me a covardia,
O túmulo que não fui visitar,
Meu remorso é renovado, a cada dia,
Por em seu leito não te acompanhar.
Já fiz muito mal à sua alma,
Juro que sinto, com muito pesar,
Não visitei tanto quanto eu podia
E agora só me resta rezar.
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