Em cada lugar
Há sempre um de nós,
Mas por que então
Sentimos todos sós?
Nas sombras do caos,
Ecos de vozes perdidas.
Caminhos entrelaçados,
Mas almas desconhecidas.
Há esperança encardida
Naquilo que nos nega,
Mas amantes deixando-se...
Nem o destino espera.
Acaso são fiéis
Aos contratos de papéis?
As pessoas que não cumprem
Do acaso se fazem rés.
O bom é escondido
Na sombra dos holofotes,
Gênio incompreendido,
O que importa são os plots.
A violência mata muito
Com tiro de aluguel,
É que o ser humano, raça incompreendida
Suja, imunda, sabe ser cruel.